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alfacinha

alfacinha

30.07.18

Por causa de ti {o que faço e não faço}

mariana
  As coisas que "por causa de ti" não faço, mas que "por causa de ti" surgem. É um titulo extenso e com direito a óscar, mas são a realidade dos meus {nossos} dias.  Desde que ele nasceu que é assim. Parece que semeou mais ideias, mil por dia. Há gana, há vontade, mas também há menos tempo. É o barómetro da intensidade das ideias que se bate com o rápido correr do dia a dia. É aquilo que mostra o quão mágico e frustrante é a vida de uma mãe.  Mágico e frustrante? (...)
14.03.18

Ser mãe #7 - A palpitação aconchegante

mariana
Ser mãe é sentir aconchego em os ter por perto, saber que neles mora o incerto mais que certo, amor que sibila como o vento. É o aconchego sentido em cada pingo de chuva que cai lá fora, no primeiro gole de um café com leite quente ou no frio que se faz calor depois de um mergulho no mar.    É encontrar em cada vaga de emoções um sem número de explicações para o significado do verbo amar.Ser mãe é para lá de gerar vida, é sobretudo gerir vidas. Vai-se esculpindo no dia a (...)
01.03.18

Gostarmos de nós: a banalidade que não deve ser trivial

mariana
    Tirei esta fotografia há dois dias e debati-me mil vezes se a havia de publicar ou não. Para muitos, não haverá aqui questão alguma e será uma fotografia normal, sem nada de extraordinário. A mim não me fez parar de pensar. É de mais? É demasiado "tcharam"? Tem a ver comigo? Estou com ar de quem manda no mundo? Pareço uma diva à procura de plateia? Foram estas e tantas outras perguntas que andaram a passear na minha cabeça. Todas elas contrastavam com a minha (...)
27.11.17

Um mês em fotografia (ou dois) - Setembro e Outubro

mariana
Setembro e Outubro já lá vão há muito e o Natal chega daqui menos de um mês , mas como o tempo se perde mais rápido do que se ganha ficam sempre coisas por fazer. No entanto, vamos sempre a tempo de recordar os melhores momentos e por isso é altura de passar em revista estes meses de um outono quente e tropical. Foram meses de algum trabalho, de início de projectos e de assentar de ideias. Trabalhar a partir de casa é por vezes complicado, com um bebé de um ano e meio cada vez (...)
14.09.17

Pessoas que me inspiram #3- Andrea Portugal Deveza

mariana
Gosto muito de pessoas. Cada vez mais gosto de me dar a conhecer e de receber delas aquilo que tiverem para dar. Há umas que dão tanto com gestos mais pequenos do que um grão de areia, outras não nos dão nada com gestos mais bruscos do que um camião TIR, outras demoram a dar aquilo que têm guardado nas profundezas do coração. Seja qual for a dádiva que os outros nos escolhem ou não dar, há sempre bons motivos para nós darmos aos outros na medida que quisermos, consoante (...)
21.08.17

Instantaneamente #7 - A nossa praia

mariana
Gosto de pensar que a vida é feita de grãos de areia díspares e especiais. Grãos de areia que transformam o minúsculo no enorme, o enorme em majestoso. Acredito que todas as partículas da nossa vida têm na essência a bruta simetria que o mundo nos oferece.Quis o mundo que esta praia, no oeste do nosso país, fosse a praia da minha infância. Da infância saltou para a adolescência, da adolescência oscilou para a idade adulta. É uma praia incerta, tem tanto de bonita como de (...)
24.05.17

Ser mãe #7 - Um filho é uma concha

mariana
Não foste planeado. Foste a surpresa inequívoca pela qual se espera a vida toda. És como uma concha que se encontra à beira-mar, daquelas com um buraquinho por aonde se passa um fio para fazer colares, banais mas tão especiais.  Afinal ser mãe ou pai é a banalidade mais especial de sempre. Quase toda a gente tem filhos, mas cada um os vive dentro da raridade que eles nos fazem sentir.  Cada filho é uma concha, daquelas corriqueiras, mas com o seu próprio e extraordinário (...)
19.05.17

Instantaneamente # 3 - As birras, o choro e a nossa senhora dos agriões!

mariana
  Há muito disto. As birras e o choro fazem parte da gincana que ser mãe é. Traduz-se numa prova de obstáculos, com saltos, peripécias e uma certa de dose de loucura. O maravilhoso de toda esta loucura assistida, desta corrida pela sanidade, é que no final da meta está sempre o primeiro prémio à espera. A recompensa está sempre lá. É omnipresente nas birras e no choro, mas é garantida pela certeza de que por eles vale tudo a pena. Mesmo que haja um lusco fusco que nos faz (...)
16.05.17

Instantaneamente #2 - O meu circo

mariana
[Bom dia]   Sem um pingo de maldade,nem um nem outro. Dão trabalho,são exigentes e pouco pacientes. O Manel tão depressa o idolatra como lhe está a puxar o rabo. O brutus tanto lhe lambe os pés como o ignora como se ele fosse um indigente. São a minha companhia constante,todos os dias. São meus, para sempre. Ter um cão e um bebé exige tanto de amor como de cuidado. Mas é o amor que faz o circo girar, todos dias, constante com a inconstância do ser.   {É o meu circo, com (...)
09.05.17

Palavras soltas # 3 - Espalha Brasas

mariana
Lisboa, 7 de maio de 2017   Espalha brasas   Espalha brasas, O ladrão da calma Aquele que me sossega a alma. Amor de semeio, Com cravos no seu maneio. És mais que perfeito, Teimoso de defeito, Livre é teu jeito.   Levas a Audácia em riste, És prova que a felicidade existe. Espalha brasas, Mudas-te o mundo de lugar, E o sentido do amar.   { 1 ano do amor mais que perfeito, imperfeito e sem jeito}      Como de costume podem sempre seguir as nossas aventuras no instagram (...)