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alfacinha

alfacinha

20.10.17

Instantaneamente #8 - Sonhar nas horas frágeis

mariana
  É difícil gerir tudo. Ser mãe, mulher, filha e outras quantas nomenclaturas às quais nos damos de corpo e alma. Os sonhos esses, que saem do pelo e do trabalho, caem por vezes no esquecimento. Por cansaço, por ser difícil ou porque parece distante de mais para justificar que vai tudo dar certo no fim. Que o fim não vai ser o fim, mas sim o começo. Às vezes parece que o trabalho não compensa e as dores de costas convidam-nos a baixar os braços. Afinal, ser forte também nos (...)
19.05.17

Instantaneamente # 3 - As birras, o choro e a nossa senhora dos agriões!

mariana
  Há muito disto. As birras e o choro fazem parte da gincana que ser mãe é. Traduz-se numa prova de obstáculos, com saltos, peripécias e uma certa de dose de loucura. O maravilhoso de toda esta loucura assistida, desta corrida pela sanidade, é que no final da meta está sempre o primeiro prémio à espera. A recompensa está sempre lá. É omnipresente nas birras e no choro, mas é garantida pela certeza de que por eles vale tudo a pena. Mesmo que haja um lusco fusco que nos faz (...)
16.05.17

Instantaneamente #2 - O meu circo

mariana
[Bom dia]   Sem um pingo de maldade,nem um nem outro. Dão trabalho,são exigentes e pouco pacientes. O Manel tão depressa o idolatra como lhe está a puxar o rabo. O brutus tanto lhe lambe os pés como o ignora como se ele fosse um indigente. São a minha companhia constante,todos os dias. São meus, para sempre. Ter um cão e um bebé exige tanto de amor como de cuidado. Mas é o amor que faz o circo girar, todos dias, constante com a inconstância do ser.   {É o meu circo, com (...)
03.05.17

Instantaneamente #1 - Ser mãe é como costurar

mariana
Ensinar, aprender, crescer, partilhar, parar. É tudo uma questão de perspectiva. Quem é que ensina quem? Tento-lhe dar o meu melhor. Ele dá me o melhor do mundo, sem se quer disso ter noção. Ponto a ponto, linha a linha, encher a canela e começar outra vez. Ser mãe é costurar a vida de alguém, todos os dias, para sempre. É garantir que a canela da bobina vai estar sempre cheia e ser a linha extra para a encher. É aprender com cada acto uma peça nova e desfrutar cada uma delas (...)