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alfacinha

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Qua | 08.03.17

Essenciais para bebé #5 - Fita para chucha - D.I.Y

mariana

Nova semana, novos DIY's. 

Ando sempre a fazer promessas de postar pelo menos dois projectos por semana e acabo sempre por faltar à minha palavra... 

Metem-se afazeres pelo meio e lá fica a coisa pendurada. Chego à conclusão que é melhor não prometer nada e que seja aquilo que Deus (ou o tempo) quiser. 

Hoje não trago promessas, mas sim um DIY muito rápido de fazer  e perfeito para oferecer como lembrança a um bebé. 

É uma fita para prender a sagrada chucha que teima sempre em cair no chão. Digo sagrada porque é um descanso os bebés gostarem da usar, sendo um alívio para os pais e um conforto para os bebés. 

O Manel só gosta das chuchas com tetinas redondas e foi um alívio quando finalmente lhe pegou. Espero que um dia não seja muito difícil de a largar, mas enquanto utiliza é fundamental algo para a prender à roupa. 

Se quando era mais bebé não utilizava muito agora é crucial pois manda tudo ao chão. No entanto, em casa não usa tanto e sempre que o deito tiro a fita porque tenho sempre receio que se enrole à volta do pescoço.  

Acho que dá sempre jeito ter uma destas fitas à mão, sendo por isso uma prenda engraçada para oferecer como lembrança. É um autêntico essencial para bebé, prático e um complemento de qualquer toilette.

A fita é super rápida e fácil de fazer, sendo óptima para iniciantes. 

Fica o tutorial e não a promessa, mas esperança, de outros DIY'S ainda esta semana! 

 

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Fita para chucha 

 

Materiais/Aviamentos: 

 

-Retalho de tecido 

-20 cm de elástico com 2 cm de largo ou da largura final da fita

-20 cm cordão de algodão 

-Mola para chuchas 

-Botão decorativo 

-Materiais de costura básicos: tesoura, giz de alfaiate ou caneta hidrossolúvel, alfinetes, linhas, máquina de costura, ferro de engomar...   

 

Notas: A presilha da mola para chuchas que utilizei tinha cerca de 2 cm. Sugiro que  verifiquem o tamanho da presilha da vossa mola, para que a fita se encaixe na perfeição.

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Se o tamanho for diferente, basta modificar a largura do rectângulo de tecido a cortar. Para tal, basta aplicar a seguinte formúla:

 

 (largura da mola X 2) + 1 cm para valor de costura 

(sugiro que mantenham o comprimento de 35 cm)

 

O elástico deve sempre acompanhar a largura da fita, ou seja, para um fita de 2 cm finais devem utilizar um elástico de 2 cm largo; para uma de 1,5 cm finais devem utilizar um elástico de 1,5 de largo e assim sucessivamente.

 

Cortar: 

Um rectângulo com as seguintes dimensões:

35 cm X 6 cm (Valores de costura incluídos: 1 cm) 

OU

35 cm X (largura da molaX2) + 1 cm para valor de costura

20 cm de elástico com 2 cm de largo ou da largura final da fita

16 cm de cordão de algodão 

 

Como fazer: 

 

1- Corte o rectângulo de tecido para criar a fita para a chucha. Dobre o rectângulo ao meio no sentido do comprimento, unindo o direito com o direito, e vinque com o ferro. Cosa a lateral à máquina, pelo avesso do tecido, e abra os valores de costura com o ferro. Volte o trabalho para o direito e passe com o ferro. 

 

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2 – Dobre as pontas da fita para dentro de forma a ficar com as bainhas da fita escondidas, passe com o ferro. Com a ajuda de um alfinete de ama, passe o elástico por dentro da fita. Comece por fixar o elástico com um pesponte na bainha da fita por aonde o elástico entrou e depois puxe o elástico para cima, com a ajuda do alfinete, e fixe com um pesponte na bainha oposta à por onde o elástico entrou. Apare possíveis excessos de elástico e remate as linhas dos pespontos. 

 

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3 – Corte 16 cm de cordão de algodão da cor da sua preferência e dobre ao meio. Deixe uma margem de 1,5cm/2cm para desfiar e dê uns pontos unindo as pontas do cordão. Cosa o cordão numa das pontas da fita, de forma a criar a argola para passar a chucha. Para tal coloque o cordão no local pretendido e cosa o botão ao cordão e à fita em simultâneo, escondendo os pontos que deu no cordão anteriormente. Desfie as pontas do cordão para criar uma mini-borla. Fixe o cordão á fita com uns pontos extra no topo da bainha.  

 

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4- Passe a mola para chuchas na ponta oposta à do cordão, faça uma dobra para o verso da fita e dê uns pontos invisíveis à mão para fixar.  

 

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A fita está pronta a utilizar. Sugiro que a retire sempre que colocar o bebé a dormir.

 

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Sab | 04.03.17

A mãe não tem tempo #1 – O drama dos collants

mariana

Há dramas femininos para os quais ninguém tem paciência. 

Há dramas no feminino dos quais as mães deviam ser poupadas. 

Não por terem carregado um ser humano durante 9 meses, não por terem rendido o seu corpo esporadicamente como forma de alimento, não por serem verdadeiras rainhas na arte do  multi-tasking mas apenas e só porque as mães não têm tempo para lidar com irritações quotidianas, ou têm menos disponibilidade do que quem não tem um pedaço de gente a reclamar com fome ou com qualquer outro dilema não verbalizado.  

 Estas irritações quotidianas que nos infiltram o dia-a-dia com momentos de menos boa disposição, fazem-nos perder , por instantes, toda e qualquer esperança na humanidade, assim como paciência para com as nossas vidas e crias. 

Se há coisas que nos enervam como mulheres,  esses dilemas pioram se vividos com um pequeno ser humano a chorar em modo cruzeiro. 

É, basicamente, como se uma ervilha se transformasse  em abóbora. E, de repente, o burro está nas couves e o caldo entornado. Depois passa, porque não temos outro remédio e porque de facto era apenas uma ervilha e não uma abóbora. No entanto, somos seres humanos e não é por vivermos o milagre da vida que a irritação nos passa ao lado. Não é por sermos absolutamente felizes que deixamos de as ter, até porque, sejamos honestas, que graça teria sermos uma Alice no País das Maravilhas? 

Dos dramas femininos que mais me encaniçam o juízo, o que a seguir descrevo ocupa o primeiro lugar no pódio. Aliás foi de o viver no outro dia que surgiu a ideia para esta rubrica. 

Sou amante incondicional de calças, a Coco Chanel merece um lugar num pedestal por as ter trazido para o universo feminino, mas gosto de alguns vestidos e de os vestir de vez em quando. No entanto, é cada vez mais raro fazê-lo - parece que me esqueço deles e das suas irmãs saias.   

Na verdade, tento convencer-me de que é por esquecimento que não os visto no Inverno. Contudo, o verdadeiro motivo é o eterno drama dos collants. Tenho a certeza de que não é um problema exclusivamente meu, pelo menos espero que não seja, mas os meus collants aparecem sempre estilhaçados como se habitasse uma traça no meu roupeiro ou se eu fosse vocalista de uma banda punk. 

Não é da qualidade, porque já utilizei mil e uma marcas e acabo sempre com uma malha levantada. E depois de uma malha levantada não há salvação possível, é sempre a piorar.  

 Para agravar a situação não os deito logo fora, na esperança de os vestir por debaixo de calças, mas nunca visto.... 

E depois acontecem episódios como este:  

Numa bela manhã de sol...  

10:00H – Manel vestido e preparado para sairno berço a brincar. Eu de banho vestido, maquilhada, só falta vestir. Soutien e cuecas; falta o resto.  

10:01 H– Decido vestir um vestido cinzento escuro que já não visto há umas semanas. Vou à gaveta dos collants e tiro uns pretos de vidro que me parecem em condições. Visto os ditos e verifico um buraco gigantesco que vai desde a virilha até ao joelho. Primeira tentativa falhada. Despir collant a cantar "The Wheels on the Bus" enquanto o Manel dá sinais de estar a perder a paciência.   

10:03 H– Vou à caça de outro par de collants. Entre mil e uma opções, tenho uns verde esmeralda e outros com glitter, nada de pretos básicos. Lá resgato uns do meio do molho que me parecem estar em bom estado. Visto-os toda contente da vida, a fazer uma dança que é um misto entre um canibal e uma adolescente já com uns quantos copos em cima. Tudo isto de soutien e cuecas.   

10:04 H - Ao vestir o vestido, reparo num buraco cá em cima na barriga. O Manel começa a guinchar e eu penso em deixar os collants e prosseguir com a festa. Depois imagino a figura de vocalista punk ou teenager gótica que vou fazer e volto atrás. Dispo os collants enquanto na minha mente ecoam palavras menos próprias. O Manel começa a passar-se para o lado do Darth Vader... 

10:05 – Digo ao Manel: "Já venho. Não Chora!" (como se ele percebesse). Corro até à outra ponta da casa em busca da minha última esperança: vivo com a minha mãe e assalto-lhe o guarda-roupa com frequência. O problema: ela sabe do meu drama de collants rotos e esconde os melhores num esconderijo secreto.   

10:06- Toca a procurar, qual Dora a exploradora. Pego nuns que me parecem aceitáveis e toca a ir salvar o pequeno Tarzan. Chego e está feliz da vida a balbuciar com os seus bonecos. Respiro e vou vestir os collants.  São azuis escuros ou pretos?  Bolas, são azuis escuros! Manel volta a passar-se para o lado negro. Desisto e visto umas calças. Pego no Manel e ponho-o a dormir.  

10:15- Com vontade de estrangular um pónei, pego nos collants rotos e ponho-os no lixo – juro nunca mais vestir um vestido no inverno. Digo umas quantas asneiras num monólogo comigo mesma. Bebo um café, acalmo a ira dos collants e aproveito o meu Tarzan estar domado.   

  

Lição dos collants:  Para não perder 15 minutos de sanidade mental, de futuro deito logo os rotos fora. Assim como assim parecem artigos descartáveis. Ou há por aí alguém que tenha inventado ou descoberto a coqueluche dos collants?  

Há mais alguém que partilhe do mesmo drama? 

Mães ou não, porque no fundo todas temos direito a um bom par de collants, sem buracos e que durem mais do que uma utilização.  

 

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Imagem retirada do pinterest.

 

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Sex | 03.03.17

Doces #9 - Húngaros saudáveis

mariana

Já escrevi várias vezes que não sou fundamentalista no que toca à alimentação. 

Gosto de manter uma dieta o mais variada possível e que inclui coisas ditas "saudáveis" e outras mais pecaminosas...No meu coração e no meu estômago há espaço para ambas! 

Sou amante de um docinho no final das refeições e esse é o hábito que tenho mais dificuldade em abolir. 

Tento não exagerar e nunca como grandes quantidades, porque sei que faz menos bem e apesar de não ser fundamentalista também não tenho qualquer interesse em ficar  gordinha. 

Nisto da alimentação, assim como em tantas  coisas na vida, o equilíbrio é o mais importante. Julgo que devemos fazer escolhas conscientes, mas não devemos viver numa "ditadura alimentar". 

Melhor do que comer saudável é comer bem e melhor ainda é quando o que nos sabe bem se alia ao saudável. 

Se há dias em que me basta um quadradinho de chocolate depois das refeições, noutros sabia-me bem outro doce qualquer. 

Para resolver o meu possível excesso de consumo de doces inspirei-me nesta receita de bolachas vegan. 

Resolvi modificar a receita base e adicionei-lhe um ovo e uma colher de mel, porque me pareceu que ficavam mais saborosas desta maneira. 

O resultado foram umas bolachas que me parecem perfeitas para comer no final de uma refeição ou a meio da manhã. 

Ainda assim, fiquei com a pulga da gulodice atrás da orelha e tive que as mergulhar em chocolate negro derretido. Nem é preciso dizer que ficaram ainda mais sublimes, no fundo uns húngaros saudáveis. 

Ambas as versões são óptimas, depende do vosso gosto e disposição, assim como a ocasião em que as vão comer ou servir. 

As simples são perfeitas para comer a meio da manhã ou para os miúdos levarem na lancheira, as com chocolate são óptimas para servir num lanche de amigas ou a acompanhar o café. 

Seja qual for a versão que escolherem vão se deliciar com elas, espero que conquistem o vosso paladar como conquistaram o meu.

 

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Húngaros saudáveis

Para 18 bolachas

 

Ingredientes:

 

2 bananas grandes ou 3 pequenas/médias 

150 gr de coco ralado + uma colher de sopa para polvilhar

1 ovo 

1 colher de sopa de mel + 1 colher de sobremesa de mel (opcional) 

100 gr de chocolate negro  

1 colher sopa manteiga  

1 colher sopa de leite  

 

Modo de preparo

 

1- Descasque e esmague as bananas com um garfo. Coloque numa tigela juntamente com o ovo batido e a colher de sopa de mel, mexa tudo até estar bem ligado. Adicione o coco ralado e misture com uma colher de pau até obter uma massa moldável (se for necessário pode adicionar mais coco). 

 

2- Faça pequenas bolas do tamanho de uma noz com a massa e achate-as de forma a criar bolachinhas com 1 cm de altura. Leve ao forno previamente aquecido a 180º até estarem bem douradinhas, vá verificando a cozedura pois é bastante rápida. Quando estiverem cozidas, retire do forno e deixe arrefecer sobre uma grelha.

 

3- Leve o chocolate a derreter com a manteiga e o leite em banho-maria. Quando estiver derretido e homogéneo,caso deseje adicione a colher de sobremesa de mel e mexa. Mergulhe metade da bolacha no chocolate e repita o processo até ficar sem bolachas. Coloque as bolachas sobre uma grelha forrada de papel vegetal e se desejar polvilhe as bolachas com coco ralado. Deixe o chocolate solidificar e sirva como desejar. Pode guardar as bolachas num recipiente hermético no frigorífico. 

 

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Qui | 02.03.17

Bases para Quentes Delaunay - D.I.Y

mariana

Para tristeza minha, na semana passada não houve DIY porque há dias em que o tempo parece que reduz em vez de aumentar e os projectos acabam por ficar em modo de avião. No entanto, permitiu me ficar com algum avanço e talvez consiga manter o ritmo que desejo para o blog em termos de DIY'S nos próximos tempos.  

O DIY que vos trago hoje é uma base para quentes. Estas bases para quentes são muito rápidas de fazer, mas demoraram algum tempo a sair do forno porque andei à procura da melhor solução para colar a parte em cordão a uma outra base. Inicialmente ia colar a uma base em cortiça, mas não encontrei uma cola que me satisfizesse. Por fim, acabei por utilizar feltro de 3mm e a cola para tecidos da gutermann ficando com o acabamento que desejava.  

Estas bases para quentes são peças muito divertidas, tanto de fazer como de ter. Podem dar largar à imaginação e utilizar as cores e combinações que mais gostam. Quando as terminei não pude deixar de me lembrar dos quadros do Robert e da Sonia Delaunay , pelo que não resisti e dei-lhes esse nome. É engraçado, mas a verdade é que talvez me tenha inspirado neles sem saber, porque cresci com cópias dos quadros deles na casa dos meus avós. As cores e a geometria são, de facto, algo fabuloso por si só e às vezes basta brincar e estuda-las para obter algo único e diferente. 

Dêem largas à vossa imaginação e deixem-se levar pela cor! Sem mais demoras aqui fica o tutorial, espero que gostem e caso tenham alguma dúvida não hesitem em coloca-la na caixa de comentários. 

 

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Bases para Quentes Delaunay - D.I.Y

 

Materiais/Aviamentos: 

(para uma base para quentes com +/- 18 cm de diâmetro) 

 

-55 cm de cordão de algodão (Cor A) 

-1,70 cm de cordão de algodão (Cor B) 

-1,70 cm de cordão de algodão  (Cor C) 

-2,10 cm de cordão de algodão (Cor D) 

-25 cm de Feltro de 3mm de espessura (da cor que preferirem) 

-Cola para tecidos (eu utilizei da marca gutermann, mas a BLOK – cola de acetato de vinilo - também é uma boa opção)  ou cola quente

-Agulha e linha 

 

Notas: As minhas bases têm mais ou menos 18 cm de diâmetro, no entanto para ficarem maiores basta adicionar mais cordão. Em duas delas utilizei 4 cores e noutra apenas duas, sendo que podem utilizar a quantidade de cores que quiserem ou até só uma. As três bases para tachos  têm um esquema de cores diferentes , mas mantendo as mesmas quantidades de cordão. Se decidirem utilizar apenas uma cor, devem somar as medidas dos 4 cordões obtendo o valor necessário. Para perceberem melhor fica este diagrama explicativo de cada uma delas:  

 

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Plano de Corte: 

Cortar: 

 

 55 cm de cordão na cor 1 

1,70 cm de cordão na cor 2 

1,70 cm de cordão na cor 3 (cor 1 no caso da pega B) 

2,10 cm de cordão na cor 4 (cor 2 no caso da pega B) 

 

Como fazer: 

 

1 – Cortar os cordões nas cores da sua preferência seguindo as instruções do plano de corte. 

 

2- Com uma agulha e linha, cosa à mão com uns pequenos pontos o cordão 1 ao cordão 2. Depois cosa o cordão 3 ao cordão 2, tendo em atenção que deve coser os cordões direito com direito de forma a ficar com as costuras todas para o mesmo lado. Para tal, sobreponha o cordão 3 ao cordão 2 e cosa. Por fim, cosa o cordão 4 ao cordão 3 da mesma forma. Se quiser juntar mais cordão, basta realizar o mesmo procedimento até estar satisfeito com o número de voltas. O resultado final é um cordão com várias cores. 

 

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3- Quando os cordões estiverem todos unidos uns aos outros, comece a criar a base para quentes. Com as costuras de união viradas para cima, comece a enrolar a partir do cordão 1 até ficar sem cordão, no final crie uma argola com o cordão para pendurar a base e fixe a de imediato com um pouco de cola. A base de quentes já está criada, basta colar o feltro. 

 

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4- Para colar o feltro à base, coloque a cola directamente na base em cordão utilizando movimentos circulares, de dentro para fora. Sobreponha o feltro ( um pedaço ligeiramente maior do que a base)  e cole-o à base. Verifique que os cordões estão bem colados ao feltro, dando especial atenção ao cordão de fora. Deixe a cola secar de um dia para o outro, colocando a base debaixo de livros pesado para que fique bem fixa.  

 

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5- Quando a base estiver bem colada, corte o excesso de feltro. Se reparar que existem pedaços de cordão por colar utilize um pouco de cola nesses locais, fixando-os desta forma ao feltro. A sua base para quentes está pronta a utilizar.

 

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Qua | 01.03.17

Um mês em fotografia - Fevereiro

mariana

Fevereiro, pequenino como sempre, passou a correr. Mas com ele vieram muitas novidades e gracinhas do Manel, sendo que no ínicio do mês ainda precisava de ajuda para se por em pé e agora já o faz sozinho e aguenta-se uns segundos em modo de equilibrista. 

Começou também a fase das gracinhas e da contradição pura e se já tinha um filho com um feitio vincado agora sou mãe de um bebé muito teimoso e dono do seu nariz. 

Dizem que é uma fase, há que ter paciência e tentar gerir a situação da melhor forma possível respirando fundo de dez em dez minutos. 

A palavra "mais" de momento é "Não!" e os perigos são todos uma deleite para o Manel que é directamente atraído para qualquer ficha, fio, aparelho tecnológico e instrumentos potencialmente letais, já devidamente protegidos. 

As portas estão trancadas, mas às vezes acho que ele nasceu com um radar que detecta os perigos porque assim que entra numa divisão é para onde se quer dirigir de imediato. 

Escusado será dizer que os dias são uma agitação e algumas noites uma autêntica folia. 

Julgava que por se mexer mais iria dormir melhor, no entanto a pediatra explicou-me que é o contrário, sendo que quando os bebés começam a gatinhar podem dormir pior durante uns tempos. 

Peripécias à parte, Fevereiro foi um mês curto e agradável e aproveitamos o carnaval para esvaziar o futuro quarto do Manel. 

Vamos dedicar este fim-de-semana às pinturas e bricolages e espera-se que para a semana o Manel já durma no seu quarto. 

Como em todos os meses, semanas e dias parece sempre que fiz menos do que queria, adiando sempre o começo do canal de youtube da alfacinha e mil e um projectos. 

Vamos esperar que Março me deixe arrancar com estes novos projectos, traga novas maravilhas e a tão esperada Primavera ( sou só eu que já não sei o que vestir?). 

Por agora, ficam alguns momentos de Fevereiro em fotografia. 

 

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