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alfacinha

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As expressões do Manel #3 - Mini-Obélix

Há imprevistos que vêm por bem...Hoje tinha previsto publicar mais um DIY, mas não consegui acabar o tutorial às horas que queria. No entanto, à hora de almoço tinha tirado umas fotografias fantásticas à peste cá de casa! Juntei o útil ao agradável e juntei as expressões do Manel àquilo que gosto de imaginar que ele está a pensar. E porque rir é mesmo o melhor remédio decidi partilhar o Obélix cá de casa com vocês! 

 

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Qué isto? Deixa lá dar uma trinquinha para ver se me satisfaz...

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Mmmmmm...Ai meu deus, nunca as minhas papilas gustativas salivaram tanto!

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Vou-me lambuzar sem parar! Nham, Nham!

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Ora deixa cá virar o bico ao osso e afinfar deste lado!

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É mesmo bom! Carne, carne, carne! Três hurras!

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Deixa-me lá dar cabo disto antes que venha aí alguém...

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Então mas... Não tira o meu osso! Ainda não acabei!!!!Puxa...

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Miseráveis... Deixam-me sem comer! Ainda havia uma lasquinha...

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Tristeza! Até me doí a alma...Como o meu estômago,vazio e triste!Nada me anima...

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Preciso qualquer coisa que me anime... Awwww é mesmo isto, que maravilha! 

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Sempre pronto a ajudar o meu amigo de quatro patas! Não é um belo osso, mas o sabor está lá! E o que conta é a intenção!

 

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Sítios bonitos #1 - Estufa fria

Os dias estão bonitos e as manhãs cá em casa começam cedo. Tento, por isso, sair todos os dias de manhã com o Manel e regra geral faço sempre o mesmo passeio. Passeamos pelo parque Eduardo VII, vamos ver os patos e damos uma volta pelo parque infantil... De vez em quando bebo um café e leio uma revista enquanto o Manel dorme uma sesta no carrinho.

Ontem enquanto ia a descer a rampa para o parque Infantil, lembrei-me de ir ver quanto custava a entrada para a estufa fria.Tinha visitado a estufa em pequenina, mas não punha lá os pés há muito tempo e já me tinha lembrado de lá ir dar uma vista de olhos depois das obras. O dia estava perfeito e o preço é simpático (3,10 bilhete normal) . Pareceu-me um bom passeio para fazer antes do almoço. Quem tem bebés sabe que o "rom-rom" do dia-a-dia é,por vezes, extenuante. E se sair de casa já é uma lufada de ar fresco, ir a um sítio bonito e diferente do habitual faz maravilhas.

A estufa fria é um jardim mágico, outrora uma pedreira, alberga desde 1933 uma enorme colecção de plantas. Está cheia de espécies diferentes, originárias de várias partes do mundo, e a sensação de estar numa selva ou num destino tropical está sempre presente. Dentro da estufa fria encontram três áreas: a estufa fria (área principal do jardim) ,a estufa quente e a estufa doce, na qual encontram uma enorme variedade de cactos. Comum a todas as áreas são os caminhos estreitos e as passagens escondidas, assim como a presença constante de água . 

A estufa fria tem vários declives, escadas e o pavimento não é o ideal para carrinhos de bebé, por isso recomendo que caso vão com bebés de colo optem pelo marsúpio. No entanto, para crianças que já andem bem o problema não se coloca e é uma visita super gira de fazer! Nós íamos sem planeamento e com a bengala há locais que são complicados de ver. Com muita pena minha, ficaram alguns cantos maravilhosos por conhecer e daqui a uns tempos volto a fazer outra visita para os descobrir! 

Espero que gostem desta sugestão de passeio a um dos sítios bonitos que Lisboa tem para (re) descobrir!

 

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Horários:

  • Horário de Verão - 10H00 às 19H00
    Início do horário de Verão  - Último domingo de Março
  • Horário de Inverno - 09H00 às 17H00
    Início do horário de Inverno - Último domingo de Outubro
  • Última entrada na EFL - 30 minutos antes do fecho
  • Aberto todos os dias excepto: 01 de Janeiro, 01 de Maio e 25 de Dezembro 

 

Entradas:

  • Entrada simples - 3,10 Euros
  • Crianças e jovens (6 aos 18 anos) - 2,33 Euros
  • Cartão Jovem - 2,33 Euros
  • Estudante - 1,55 Euros
  • Pensionistas, reformados e aposentados - 1,55 Euros
  • Menores de 6 anos (exclusive) - Gratuito
  • Lisboa Card - Gratuito
  • Domingos e Feriados até às 14h00 - Gratuito
  • Grupos escolares com agendamento prévio - Gratuito
  • Pessoas portadoras de deficiência com grau de incapacidade superior a 70% e acompanhante - Gratuito

 

Mais sobre a estufa fria aqui.

 

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Palavras soltas #2 - Desalinhados

Desalinhados

 

Gosto de ti,

Desalinhado e sem jeito;

Com verdade,

Imperfeito.

 

Gosto de ti,

Sem truques,

Ou magia;

Com transparência,

És poesia.

 

Poesia por defeito,

Do amor que levo ao peito,

Sem ser contrafeito,

Do que se dá por inteiro.

 

Do que se toma o gosto;

Por gosto,

Sem freio:

És o meu contra-meio.

 

Gosto de ti,

Sem paz ou temor;

Com esperança,

Desenhada com ternura,

Desalinhada por Amor. 

 

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Doces # 11 - Tarte de Amêndoa divinal

Do coração para o papel, do papel para a cozinha, da cozinha para a boca. Há receitas que se passam de geração em geração, e esta tarte de amêndoa é um desses casos.

Por norma, esta tarte está apenas presente na minha mesa de Natal, mas este ano achei que merecia lugar no menu do almoço de Páscoa. É de amêndoa e ovos, logo é perfeita para celebrar esta festa.

A base da tarte é de bolacha Maria e é muito simples e rápida de confeccionar. O recheio é um guloso creme de ovos, natas e amêndoas. É uma sobremesa fácil de fazer e o resultado final é divinal. Pela casa, fica o cheiro mais maravilhoso de sempre e na boca a vontade de querer só mais uma fatia!

Experimentem esta delícia que regra geral desaparece num instante da mesa cá de casa!

Boa Páscoa!

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Tarte de Amêndoa Divinal

Para 8 a 10 pessoas (depende da gulodice de cada um)

 

Notas: Para o miolo de amêndoa, pode ou comprar a amêndoa já transformada em miolo ou pica-la na trituradora ou 1-2-3. Um pacote de 150 gramas de amêndoa equivale mais ou menos a 180 gramas de miolo.

 

Ingredientes:

 

Para a massa:

- 100 gramas de manteiga

- 1 pacote de bolacha Maria

- 4 colheres de sopa de leite

 

 

Para o recheio:

- 200 ml de natas

- 180 gramas de açúcar

- 180 gramas de miolo de amêndoa

- 6 gemas de ovo

 

Modo de preparo:

 

1 - Comece por fazer a base da tarte. Para tal, junte a manteiga derretida à bolacha maria previamente picada na 1-2-3. Misture bem até criar uma massa homogénea.Forre uma tarteira de fundo amovível com a massa e leve ao forno por uns minutos, de forma a dar uma pequena cozedura antes de colocar o recheio. Tenha em conta que apenas se pretende que a massa fique um pouco mais seca, pelo que não a deve deixar ganhar muita cor. 

 

2 - Para o recheio, leve ao lume as natas e o açúcar, e deixe ferver até derreter o açúcar. Adicione o miolo de amêndoa (pode picar a amêndoa sem pele na 1-2-3) e deixe arrefecer. Junte as gemas ligeiramente batidas e leve ao lume a cozer por um minuto. 

 

3 - Deite o recheio na tarteira forrada com a massa de bolachas semi-cozinhada, e leve ao forno previamente aquecido a 180º  a cozer até estar douradinha.

 

 

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Palavras soltas #1 - Crescer

Sempre gostei de poesia. O gosto pode ter surgido na altura em que tinha que decorar poemas todas as semanas e recita-los diante dos meus colegas. No entanto, acho mais provável que tenha vindo do meu avô que escrevinhava poesia em pedaços de papel nas tardes quentes de verão.

Gosto de a ler, de a sentir e de a escrever. Para mim, a poesia dispensa qualquer tipo de análise ou interpretação. Era o que mais me irritava na disciplina de português: analisar poesia. Como se as palavras pudessem ser medidas e interpretadas apenas de uma forma. As palavras existem para que se brinque com elas e são belas por si só. Para que é que se tenta medir aquilo que dispensa medida?

Estas são palavras soltas, palavras que escrevinho. Do cabeça para o papel, do papel para o computador. Sem grande revisão e nenhum cuidado em relação a métricas e afins. São minhas e decidi partilha-las aqui, leiam-nas e sintam-as.

 

Crescer

 

Cresce no crescer,

Do crescer que é aprender;

No aprender do crescer,

Do sonhar, do amar, do ser.

 

Cresce nos sonhos distraídos, 

Das horas roubadas;

Dentro das memórias partilhadas,

Dos murmúrios estridentes, 

Das carícias dadas.

 

Lembra-te do que é alegre ser;

Pequeno e voraz.

Da sede de querer descobrir,

O mundo dos crescidos em que teu te dás.

 

Cresce educado,

Não formatado;

Toldado por ninguém;

Livre, pensante e dançante. 

 

Cresce a dançar,

Dança com os teus medos,

Torna-os teus;

Conquista-os, ultrapassa-os.

Liberta-te, sonha, alcança.

Da vida fica uma lembrança.

 

Imagina dentro do que és,

O que o céu pode alcançar.

Imagina o mundo que desejas,

Sem medida, só com esperança;

Sente-o, inspira-o, bebe-o,

E guarda-o no bolso.

 

Cresce sem linha de horizonte,

À velocidade da brisa;

De maré em maré,

De lés a lés.

 

Rodeia-te de pares,

Respeita-os, estima-os. 

Dá-te em pleno ao luminosos,

Aos imperfeitos com alma,

Aos que sentem,

Aos que vão para além das medidas desmesuradas do ser.

 

A ti mede-te pelo que és,

Nem pouco, nem mais.

Sem excepção à regra,

Sê excepcional e rege-te pelo teu bater.

 

Cresce devagar, 

Sem pressa e sem par;

Para te sussurrar baixinho:

Cresce de mansinho.

 

Não cresças a contra-relógio,

É que crescer é um ócio. 

 

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Como fazer um arranjo de flores? - D.I.Y

Primavera e Páscoa, não há nada que case mais com elas do que flores. E não há nada melhor do que as celebrar e trazer as flores para dentro de casa, seja num arranjo de mesa para o almoço de domingo ou simplesmente para dar vida ao nosso dia a dia. 

Adoro flores em casa, contudo o facto de serem algo dispendiosas fazem com que não estejam sempre presentes. No entanto, aproveito sempre estas alturas especiais para as trazer para casa - afinal coincide com o sol estar a raiar e o cheiro do verão já se faz sentir no ar, por isso, não há melhor altura para viver a primavera em casa do que agora! 

No que toca a arranjar flores não sou nenhuma especialista, mas a técnica da fita-cola facilita imenso o processo. Pelo menos dou-me melhor com ela do que com aqueles blocos verdes que absorvem a água. Escolhi utiliza-la em vários frascos de doce que coloquei num centro de mesa, mas também podem fazer arranjos baixos numa taça da vossa preferência. 

Como flores, escolhi uma espécie de margaridas e solidago porque o branco e o amarelo são as cores que mais associo à Páscoa. Queria um arranjo simples e delicado, por isso, escolhi pouca variedade de flores. No entanto, podem misturar vários tipos de flores e utilizar cores que conjuguem bem umas com as outras. 

A meu ver, arranjar flores é uma dança e para mim é mais fácil ir concretizando o arranjo à medida que o faço. O importante é fazer o arranjo aos poucos e não perder a paciência.  

Espero que gostem desta sugestão primaveril, um prazer simples que comemora os dias que já são mais longos e ensolarados!

 

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Como fazer um arranjo de flores? - D.I.Y

 

Materiais/Aviamentos:

 

- Flores da sua preferência (eu utilizei uma flor tipo margaridas; solidago (a amarela) e folhagem verde) 

- Frascos de vidro (guardo muitos de doces e afins)

- Fita-cola

- Cesto (comprei este na Tiger) ou outro recipiente decorativo que sirva de centro de mesa

- Tesoura

 

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Notas: Procurem um centro de mesa que "esconda" os frascos de vidro. No arranjo da cesta, utilizei a verdura como revestimento de forma a não se verem os frascos. Também podem entrelaçar fita pelos espaços da cesta, julgo que deve ficar muito engraçado. Peçam ajuda a quem vos atender no local aonde comprarem as flores, seja conselhos em relação à escolha das flores; a como arranjar e manter as flores; ao centro de mesa... Comprei as minhas na Decoflorália e gosto sempre da atenção com que me atendem e me ajudam. No entanto, podem comprar flores em imensos mercados; floristas e até no supermercado! Lembrem-se que a ideia é criar um arranjo harmonioso e bonito, mas a ideia não é criar algo hiper perfeito e "direitinho". Julgo que é no natural que reside o equilíbrio da coisa e afinal não somos floristas profissionais.

 

Como fazer:

 

1 - Encha um frasco com água, mais ou menos a meio. 

 

2 - Corte pedaços de fita cola à medida do buraco do frasco que vai utilizar e cole-os ao rebordo do frasco de forma a criar um género de treliça (um quadriculado). Esta treliça tem o objectivo de criar pequenos buracos, sendo depois mais fácil repartir e arranjar as flores.

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3 - Vá cortando e arranjando as flores à medida que as vai encaixando nos pequenos espaços criados pela treliça de fita-cola, eu inseri de três a cinco flores em cada espaço - depende do tamanho da flor e do efeito que se pretende. Sugiro que corte sempre um pouco mais do que julga ser necessário. Lembre-se que pode sempre cortar mais um pouco se necessário. Neste caso, dispus em primeiro as margaridas e depois fiz um furo no centro da treliça (na fita-cola) aonde inseri um raminho pequeno de solidago de forma a criar um apontamento de cor. Vá equilibrando o arranjo à medidas que o vai criando. 

 

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4 - Repita o processo de acordo com o número de frascos necessários para encher o seu centro de mesa. Eu utilizei cerca de 4, tanto para o centro que fiz na cesta como para o da floreira rectângular. 

 

5 - Depois de ter distribuído as flores pelos frascos coloque-os dentro do centro de mesa. Caso seja necessário, componha o arranjo no seu todo, por exemplo, pode adicionar um apontamento de cor aonde seja necessário ou uma ou outra flor para compor. 

 

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Como transformar uma almofada numa mala? - D.I.Y

Na semana passada, não houve nenhum DIY e tal deve-se é à falta de tempo e ao acumular de um sem fim de tarefas e projectos. A verdade, é que, para manter o ritmo que gostava, precisava de tirar uma semana para pôr a casa em ordem. Com isso em mente, vou tirar uns dias para organizar os projectos que tenho pendentes de forma a conseguir a consistência que desejo. Pode parecer uma obsessão idiota, porque afinal é apenas um blog, mas a verdade é que gosto de um certo "rigor" naquilo que faço e também preciso de tempo para descansar e não acabar a fazer tudo à pressa.

No entanto, não resisti em partilhar este DIY que estava a preparar desde a semana passada.

Podia esperar e só publicar daqui a uns dias e adiantar trabalho, mas este é daqueles projectos que me roubam o meu coração. Porquê perguntam vocês? Porque é super fácil, aproveita e transforma um artigo do nosso dia-a-dia, é rápido de fazer e é uma peça que todas as senhoras gostam de ter. Não, não é um par de sapatos! É uma mala feita a partir de uma capa de almofada.

A ideia surgiu enquanto me andava a passear pela secção de casa da H&M e fiquei tão entusiasmada que fiquei em pulgas para fazer a experiência. Sobretudo, porque ando sempre à procura de projectos de fácil execução para quem está a começar a costurar ou por serem simples e rápidos de fazer. Esta mala é tão simples de fazer que consiste, quase, em apenas duas costuras e pouco mais. O fecho, que costuma ser uma possível dificuldade, fica de fora da equação porque já está aplicado. Neste caso, apliquei alças que fiz com uns retalhos de napa, mas se quiserem facilitar sugiro que comprem alças de cabedal prontas a aplicar (vendem-se em várias retrosarias) ou que utilizem cordão de algodão e ilhóses como sugiro no tutorial. 

Agora é aproveitar alguns dias de descanso em família e organizar a minha lista interminável de projectos. Espero que gostem tanto deste DIY como eu e caso surja alguma dúvida não hesitem em deixa-la na caixa de comentários. 

 

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Como transformar uma almofada numa mala? - D.I.Y

 

Materiais/Aviamentos:

 

- 1 capa de almofada (50X50) - comprei a minha na H&M, podem aproveitar alguma que tenham em casa ou comprar: fiquei com esta debaixo de olho, mas achei-a um pouco cara.

- 3 molas de pressão de coser

- Retalho de napa ou imitação de pele 

                        OU

- Cordão de algodão grosso e  4 ilhóses

-Materiais de costura básicos: tesoura, giz de alfaiate ou caneta hidrossolúvel, alfinetes, linhas, máquina de costura, ferro de engomar...

 

Notas: Optei por fazer as alças com um resto de napa que tinha de outro projecto. No entanto, podem utilizar cordão de algodão grosso (do género que se usa em sacos de praia) e passa-los por ilhóses. Se o fizerem é ainda mais simples e fácil de fazer, basta aplicar 2 ilhóses em cada lado da mala no local aonde pretendem que as alças fiquem. Depois basta passar o cordão de algodão e dar um nó no cordão pelo lado de dentro da mala. Deixo-vos o exemplo desta mala para que percebam o que quero dizer.

 

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Como fazer:

 

1 - Comece por abrir a capa da almofada e vira-la do avesso.

 

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Com um lápis ou caneta hidrossolúvel, desenhe um quadrado de 10X10 cm num dos cantos inferiores da capa em ambos os lados da capa.

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Abra o canto da capa e faça coincidir as marcações dos quadrados que desenhou. Acerte a linha que resulta da união dos dois quadrados e alinhe bem as costuras existentes da capa. Fixe com alfinetes e realize uma costura pela linha previamente desenhada. Deixe uma margem de um centímetro e corte o canto, chuleie a costura ou debrue com viés.

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Faça o mesmo ao outro canto da almofada.

 

2 - Vire a capa da almofada para o direito e realize uma costura de pesponte que vá de canto a canto, de forma a criar uma base rectangular mais sólida para a mala. 

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3 - Costure três molas de pressão face a face, na base da mala, de forma a poder diminuir ou aumentar o seu tamanho consoante aquilo que precisa de carregar.

 

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Para as alças da mala: 

 

1 - Corte duas tiras em napa ou imitação de pele com as seguintes medidas : 58 cm X8 cm.

Dobre uma das tiras ao meio, no sentido do comprimento, e realize um pesponte de cima a baixo. Faça uma dobra de um centímetro no lado oposto ao da dobra, de modo a ficar com as ourelas da tira viradas para dentro. Pesponte por esta dobra, unindo ambos os lados da tira. Sugiro que vá dobrando ambos os lados da tira para dentro à medida que vai pespontando. 

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2 - Fixe as alças à mala de forma centrada pela dobra que esconde o fecho. Eu guiei-me pelo padrão das almofadas, mas como referência podem deixar, a partir de cada canto superior, uma margem de 14  centímetros.

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